Sobre Ana Pardini

Minha história

01 Antes de ter cargo

Comecei a trabalhar aos 13, como monitora em buffet infantil. Aos 15 fui morar sozinha em Petrópolis. De dia eu era jovem aprendiz. No resto do tempo fazia design e social media para o comércio da cidade, e narrava e comentava partidas de jogos. O que aparecesse para fechar as contas.

Aos 18 voltei para São Paulo e entrei de vez no e-sports: social media de times, comentarista de campeonato. Ali aprendi a falar com uma comunidade que percebe na hora quando uma marca está fingindo.

Ana Pardini sorrindo, com a mão apoiada no rosto, em um escritório
Ana Pardini, Araçatuba/SP

02 Criar a própria porta

Em 2022 nasceu minha primeira filha. Poucos meses depois comecei a vender servidores de Discord configurados para influenciadores de e-sports. Ninguém tinha me oferecido vaga, então eu criei a oferta. Foi ela que me levou à Warlocks.

Entrei como designer de interface e, em menos de dois anos, era Project Manager. Não subi por fazer a melhor peça. Subi porque sempre me coloquei à frente para organizar o time. Liderei a Comunidade das Heroínas do Boticário e estruturei do zero o Ginga, um produto de bolão esportivo para Discord que passou de 3.000 usuários.

03 Atravessar áreas sem perder o fio

Depois vieram a Atmus Tecnologia e a liderança de UX/UI na ByteNana, onde desenhei um sistema inteiro de controle de irrigação com sensores IoT para um cliente estrangeiro, além de outros projetos para fora do Brasil. Tudo em paralelo à faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e a todo curso que eu conseguia encaixar.

E-sports, Discord, irrigação, SaaS, IA. Parece muita coisa, mas o método é o mesmo: entender a operação de quem usa e traduzir para quem constrói.

04 Uma pausa, e a volta

Em 2026 nasceu minha segunda filha. Desacelerei para estar com ela e fiquei só na WizeFlows, estruturando o lançamento. Não escondo esse tempo, porque ele faz parte de quem eu sou.

Hoje conduzo o marketing da M.A.I.A., o crescimento da WizeFlows e o go-to-market do AtmusOS. E fundei a Alyance com o meu marido, porque acredito que a nossa união pode criar algo muito maior, usando a IA para potencializar não só nós dois, mas o mundo. Focando no que o humano tem de melhor e deixando o repetitivo para as máquinas.

Eu não estou procurando. Estou disponível para entregar um trabalho de qualidade, se você precisar.

Conheça o Yan →

A IA não veio substituir. Veio potencializar.

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